
O Volkswagen Santana, lançado no Brasil em 1984, logo se firmou como um ícone de luxo, competindo diretamente com o Chevrolet Monza. Com versões que iam desde a básica até as mais completas, como a Comfort Diamond, o Santana trouxe inovações tecnológicas para a época, como cinto de segurança de três pontos, direção hidráulica, câmbio automático e sistema de ar-condicionado, consolidando-se como um símbolo de sofisticação.
O Santana evoluiu ao longo dos anos, passando por reestilizações e melhorias mecânicas que o mantiveram competitivo no mercado até meados dos anos 1990, quando começou a perder espaço para novos modelos. Mesmo com o declínio nas vendas, o modelo deixou sua marca na indústria automotiva brasileira, sendo lembrado até hoje como um dos grandes carros da Volkswagen, encerrando sua produção em 2006.
1984 - Lançamento nas versões CS, CG e CD com motor 1.8 de 86 cv a gasolina e 92 cv a álcool (abril)
1984 - Motor AP-800 de 90 cv a gasolina e 94 cv a álcool (outubro)
1987 - Reestilização, versões mudam para CL, GL e GLS além da nova versão C mais simples com motor a álcool e câmbio de quatro marchas
1988 - Motor 2.0 de 112 cv com álcool e 99 cv com gasolina (maio)
1989 - Série especial Evidence 2.0 baseada na versão GL e limitada a 1.500 unidades
1990 - Série especial Sport
1990 - Versão Executivo com motor 2.0 com injeção eletrônica e 125 cv (fevereiro)
1991 - Segunda geração apenas na carroceria de 2 portas, motor 1.8 e 2.0 com carburador ou injeção eletrônica (abril)
1991 - Carroceria de 4 portas, catalisador e freios ABS como opcional (outubro)
1993 - Série especial Sport 2.0
1993 - Injeção eletrônica monoponto FIC para as versões inferiores (setembro)
1995 - Fim da carroceria de duas portas
1996 - Versões Evidence e Exclusiv
1997 - Injeção eletrônica multiponto
1998 - Modificação na grade e nos pára-choques (abril)
2001 - Versões Comfortline e Sportline
2006 - Fim de produção com 538.099 unidades produzidas (abril)