1993 – 1994
O Audi 100 foi o modelo responsável por salvar a Audi da extinção, sendo desenvolvido secretamente na década de 1960 pelo engenheiro Ludwig Kraus, contrariando ordens da Volkswagen, que havia adquirido a Auto Union e planejava encerrar a marca. Kraus acreditava que um novo modelo mais moderno e sofisticado era a única forma de garantir a sobrevivência da Audi, e assim começou o projeto do "bastardo" em 1965, baseado no Audi Super 90, mas com um motor totalmente novo, sem vínculos com a antiga DKW.
Quando o CEO da Volkswagen, Heinrich Nordhoff, descobriu o desenvolvimento do Audi 100, ficou inicialmente irritado, mas logo foi conquistado pelo design e tecnologia do novo carro, dando sua aprovação e exigindo rápida produção. Lançado em 1970, o Audi 100 superou todas as expectativas, com mais de 880.000 unidades vendidas até 1976. O modelo, que trouxe inovações como motores de quatro tempos refrigerados a água e tração dianteira, foi produzido até 1994, quando foi sucedido pelo Audi A6, hoje em sua sétima geração.
Sem mudanças na ficha técnica, nas versões nem nos itens de série.
Detalhes versão por versão →Segura o preço melhor que a média: em 12 meses, o 100 usado caiu 0,5% na FIPE (mediana das versões), contra -2,4% dos carros usados em geral.
| Ano-modelo | Preço típico | 12 meses | vs. mercado |
|---|---|---|---|
| 1994 | R$ 11.962 | -0,7% | +1,7 p.p. |
| 1993 | R$ 10.230 | -0,3% | +2,1 p.p. |
Preço FIPE de out/2025 a out/2026, mediana das versões de cada ano. "vs. mercado" compara com o IPCA de 12 meses até set/2026 (IBGE): automóvel usado -2,4%, novo +0,7%; inflação geral 4,6%. Para simular o financiamento, abra a ficha de uma versão.
Existem apenas 289 Audi 100 registrados no Brasil — muito raro: menos de 500 registrados no Brasil. É o 25º Audi mais comum: 0,1% da frota da marca. São Paulo concentra 57% deles. A frota ficou praticamente estável nos últimos 12 meses.
Unidades registradas mês a mês.
Quanto mais escuro o estado, mais 100 registrados. Passe o mouse ou toque num estado para ver os números.
| Estado | Unidades | % do total |
|---|---|---|
| SP | 166 | 57,4% |
| MG | 22 | 7,6% |
| PR | 21 | 7,3% |
| RJ | 21 | 7,3% |
| GO | 14 | 4,8% |
| SC | 14 | 4,8% |
| RS | 8 | 2,8% |
| CE | 5 | 1,7% |
| AM | 3 | 1,0% |
| DF | 3 | 1,0% |
| PE | 3 | 1,0% |
| BA | 2 | 0,7% |
| AL | 1 | 0,4% |
| ES | 1 | 0,4% |
| MS | 1 | 0,4% |
| MT | 1 | 0,4% |
Mais 3 sem estado informado no registro.
Quantos dos 289 registrados saíram de fábrica em cada ano.
1 versões com o nome como aparece no registro do veículo.
Segundo a Senatran, havia 289 Audi 100 registrados no Brasil em julho de 2026, 0,000% da frota de automóveis e comerciais leves (891ª maior frota entre 1493 modelos).
Sim. Com 289 unidades registradas (menos de 500 registrados no Brasil), o 100 é classificado como muito raro.
São Paulo, com 166 unidades (57,4% da frota do 100).
Fonte: Senatran (Ministério dos Transportes), "Frota por UF, Município, Marca e Modelo e Ano", julho de 2026. Contamos veículos registrados — inclusive os que saíram de circulação sem baixa no Detran — somando todos os nomes de registro deste modelo. Carros = automóveis e comerciais leves (85,3 milhões no Brasil). Raridade: raríssimo (menos de 50), muito raro (menos de 500), raro (menos de 5 mil), pouco comum (até 50 mil), comum (até 500 mil) e muito comum. Mapa: Victor Cazanave, svg-maps (CC BY 4.0).
Início de importação
Fim de importação