A história do Chevrolet Opala no Brasil
Do projeto 676 ao último Diplomata de abril de 1992: o SS e o cupê, o 250-S, a Caravan, o Comodoro e o Diplomata, a Stock Car e todas as versões, ano a ano. Para opaleiros.
Foi o primeiro automóvel de passeio da Chevrolet feito no Brasil e durou 24 anos em linha, de 1968 a 1992. Foi carro de família e de executivo, de táxi e de ambulância, de corrida e de presidente. Teve motor de quatro cilindros que o povo apelidou de "Toyotinha" e um seis-cilindros de 4,1 litros que virou lenda. Fez a Stock Car existir e, quando saiu de linha, a Chevrolet contava perto de 1 milhão de unidades.
Esta é a história completa do Opala para os opaleiros: o projeto 676, a estreia no Salão de 1968, o SS e o cupê, o 250-S, a Caravan, o Comodoro e o Diplomata, as cinco reestilizações, a Stock Car e o último carro, de abril de 1992. Com fotos de divulgação da Chevrolet de cada época, todas as versões ano a ano e quantos Opalas ainda rodam por aí.
- 24 anosde produção, de novembro de 1968 a abril de 1992
- 76.915Opalas feitos em 1980, o melhor ano
- 346.361Opalas sedã e cupê ainda registrados no Brasil (julho de 2026)
- 184.880Caravans ainda registradas no Brasil
Projeto 676: um Opel com coração americano
Em 23 de novembro de 1966, num salão do Clube Atlético Paulistano, a General Motors do Brasil anunciou o projeto 676: o seu primeiro automóvel de passeio feito no país. A empresa estava aqui desde 1925, mas só montava caminhões e utilitários. A GM pesou o Impala americano e os Opel alemães, hesitou entre o pequeno Kadett e o médio Rekord e ficou com o Rekord C, apresentado na Alemanha em agosto de 1966.
A carroceria era a do Opel, com uma frente exclusiva inspirada no Chevrolet Chevy II. Os motores vieram dos Estados Unidos: o 153 de quatro cilindros (2,5 litros) e o 230 de seis (3,8 litros), com o mesmo diâmetro e curso de pistão. Para produzi-lo em São Caetano do Sul (SP), a GM criou mais de 3 mil empregos e reuniu mais de 2 mil fornecedores nacionais. O nome, oficialmente, vem da pedra opala; a história de que juntaria Opel e Impala nunca foi confirmada. A própria GM conta que o nome era um de seis finalistas e foi revelado por um jornalista antes da hora.
- 23/11/1966A GM anuncia o projeto 676.
- 8/1966O Opel Rekord C, a base do Opala, estreia na Alemanha.
- 19/11/1968Começa a produção em São Caetano do Sul.
"É opa, opa, opa, Opala"
O Opala estreou para o público em 23 de novembro de 1968, na abertura do VI Salão do Automóvel, no Ibirapuera, num estande de 1.500 m² com a presença do piloto inglês Stirling Moss. A campanha de lançamento tinha Tônia Carrero, Jair Rodrigues e Rivelino recusando carona com a frase "Meu carro vem aí", e o jingle era uma paródia de marchinha: "É opa, opa, opa, Opala". Só 305 carros saíram da fábrica em 1968; em julho de 1969, já eram 10 mil.
No começo, só havia sedã de quatro portas, em versão básica e Luxo, com seis lugares, câmbio de três marchas na coluna e freios a tambor. O 3.8 de 125 cv brutos fez dele, por um ano, o carro nacional mais rápido, até a chegada do Dodge Dart. Em junho de 1970 veio o primeiro SS, ainda de quatro portas, com o novo motor 250 de 4,1 litros e 140 cv brutos, câmbio de quatro marchas no assoalho, conta-giros e freio a disco na frente. Na linha 1971 chegaram as versões Especial e Gran Luxo.
- 23/11/1968Estreia ao público no VI Salão do Automóvel.
- 14/7/196910 mil Opalas produzidos.
- 6/1970Opala SS, com o motor 4.1 de 140 cv brutos.
- 3/8/197050 mil Opalas produzidos.
Os Opalas de 1969 a 1971
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1970Opala 2.5
O Opala de quatro cilindros e 80 cv brutos, apelidado de "Toyotinha" pela aspereza do motor. Foi o primeiro carro nacional com pneus sem câmara.
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1970Opala Luxo 3.8
Com o seis-cilindros 230 de 125 cv brutos, chegava a cerca de 165 km/h e ia de 0 a 100 km/h em cerca de 13 segundos.
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1971Opala Especial 2.5
A versão Especial, de 1971, substituiu o básico como entrada da linha.
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1971Opala SS 4.1
O primeiro SS, de junho de 1970: quatro portas, motor 4.1, câmbio de quatro marchas no assoalho e faixas pretas no capô.
O cupê e o Gran Luxo
Em setembro de 1971, a linha 1972 ganhou a carroceria mais bonita da história do Opala: o cupê "fastback", sem coluna central, que também vinha em versão SS e virou o sonho de uma geração. O 4.1 passou a substituir o 3.8 em toda a linha, e o Gran Luxo, com teto de vinil, era a versão mais requintada, até dar lugar ao Comodoro.
Na linha 1974, o motor de quatro cilindros mudou para o 151, e o SS ganhou uma versão de quatro cilindros, o SS-4. Nas pistas, Pedro Victor de Lamare foi bicampeão da Divisão 3 em 1971 e 1972, e o Opala travava com o Ford Maverick duelos que os opaleiros lembram até hoje. Em julho de 1970, Bird Clemente tinha levado um Opala de quatro portas a mais de 225 km/h na rodovia Castelo Branco. Em 1974, o Opala foi o segundo carro mais vendido do Brasil, atrás só do Fusca.
- 9/1971Lançamento do cupê, linha 1972.
- 1971–1972Pedro Victor de Lamare, bicampeão da Divisão 3.
- 10/1973SS-4 e câmbio automático de três marchas.
- 19/12/1974300 mil Opalas produzidos.
Os Opalas de 1972 a 1974
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1972Opala SS cupê 4.1
O primeiro SS cupê, com faixas no capô e nas laterais. Pesava 1.150 kg e é um dos Opalas mais procurados pelos colecionadores.
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1972Opala Gran Luxo cupê 4.1
O cupê de luxo, com teto de vinil e o motor de seis cilindros.
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1972Opala Gran Luxo 4.1
O sedã Gran Luxo, versão mais cara da linha até 1974, quando deu lugar ao Comodoro.
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1973Opala Luxo cupê 2.5
O cupê também vinha com o motor de quatro cilindros, para quem queria o estilo sem o consumo do seis.
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1973Opala SS cupê 4.1
O SS de 1973, já um ícone, nas cores fortes que a Chevrolet usava na época.
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1973Opala Especial 2.5
Espaçoso e robusto, o Opala de quatro portas virou carro de praça em muitas cidades.
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1974Opala SS cupê 4.1
Na linha 1974, o SS ganhou também versão de quatro cilindros, o SS-4, mas o 4.1 continuou sendo o preferido.
Caravan, Comodoro e o 250-S
Em 8 de novembro de 1974, a linha 1975 trouxe a primeira reestilização, com a frente inspirada no Chevelle americano e o capô abrindo para a frente, e duas novidades: a perua Caravan, de três portas, e o Comodoro, que assumiu o lugar do Gran Luxo, com direção hidráulica opcional. A Caravan ganharia versão SS em 1977 e Comodoro em 1978.
Para responder ao Maverick, a Chevrolet tinha criado em 1974 o motor 250-S, só para as pistas. Na linha 1976 ele chegou às lojas: 171 cv brutos, tuchos mecânicos, 0 a 100 km/h em cerca de 10 segundos e quase 200 km/h de máxima. Foi também num Opala que o ex-presidente Juscelino Kubitschek morreu, num acidente na via Dutra, em 22 de agosto de 1976. Em março de 1978, a fábrica chegou ao Opala de número 500 mil.
- 8/11/1974Primeira reestilização, Caravan e Comodoro.
- 11/1975O motor 250-S, de 171 cv brutos, chega às lojas.
- 29/3/1978500 mil Opalas produzidos.
Os Opalas de 1975 a 1979
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1975Opala cupê 2.5
A nova frente de 1975, com grade dividida e faróis redondos, ficou até 1979.
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1975Opala 2.5
O sedã da primeira reestilização, ainda com seis lugares nos dois bancos inteiriços.
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1978Opala Comodoro 2.5
O Comodoro, de 1975, era o Opala de luxo, com teto de vinil e acabamento caprichado.
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1974Opala SS cupê 2.5
O SS-4 levava o visual esportivo ao Opala de quatro cilindros.
O Diplomata e o álcool
A linha 1980 trouxe a segunda reestilização, com faróis retangulares, e o Diplomata, o Opala mais luxuoso de todos, com as primeiras rodas de alumínio da marca, ar-condicionado e direção hidráulica de série. O quatro-cilindros a álcool chegou no mesmo ano, e o seis-cilindros a álcool, aprovado em 1981, apareceu nas lojas por volta de 1983. Foi em 1980 que o Opala teve o seu melhor ano: 76.915 unidades.
Em 1979, nasceu a Stock Car Brasil, feita com Opalas: a primeira prova foi em Tarumã (RS), em 22 de abril, vencida por Affonso Giaffone, e o primeiro campeão foi Paulo Gomes. Na linha 1983, o 2.5 ganhou câmbio de cinco marchas, e a reestilização de 1985 deu ao Opala um ar mais moderno. Nessa época, o 4.1 a álcool chegou a ser apontado como o carro de série mais rápido do país.
- 22/4/1979Primeira corrida da Stock Car, só com Opalas.
- 1980Segunda reestilização, Diplomata e motor a álcool. Melhor ano: 76.915 carros.
- 1982Série especial Silver Star.
- 1985Terceira reestilização.
Os Opalas de 1980 a 1987
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1980Opala Diplomata 2.5
O Diplomata estreou na linha 1980 como o Opala mais luxuoso, com rodas de alumínio, ar-condicionado e direção hidráulica de série.
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1980Opala SS cupê 4.1
O SS sobreviveu à segunda reestilização, já com os faróis retangulares.
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1980Opala Comodoro cupê 2.5
O Comodoro cupê da nova fase, uma das combinações preferidas dos opaleiros.
-
1981Caravan Comodoro 2.5
A perua de três portas, lançada em 1974, ganhou versão Comodoro em 1978. Até 1992 foi também a base das ambulâncias da marca.
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1985Opala Diplomata 4.1
A reestilização de 1985 deu ao Diplomata a cara que muita gente associa ao Opala.
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A última fase e o adeus
A linha 1988 trouxe nova reestilização e novos nomes: Opala SL, Comodoro SL/E e Diplomata SE, além do Opala L, só para frotas de empresas e governos. O câmbio automático ZF de quatro marchas chegou ao 4.1, e o cupê saiu de linha no modelo 1989. Na linha 1991, a última reestilização trouxe para-choques de plástico, rodas aro 15, direção Servotronic e freio a disco nas quatro rodas, recurso que nenhum outro carro nacional tinha naquele momento. O Opala nunca teve injeção eletrônica: foi carburado até o fim.
Em 16 de abril de 1992, os últimos Opalas saíram da linha de São Caetano do Sul: um Diplomata automático e uma Caravan ambulância. A Chevrolet fechou a conta em perto de 1 milhão de unidades. Para a despedida, houve a série Collectors, de poucas centenas de carros, com certificado e chaves douradas. Em setembro de 1992 chegou o Omega, que assumiu o lugar dele e, em 1994, também o da Stock Car, onde Ingo Hoffmann foi campeão com Opala de 1989 a 1993.
- 1988SL, Comodoro SL/E, Diplomata SE e câmbio ZF de quatro marchas.
- 8/1990Linha 1991, com freio a disco nas quatro rodas.
- 16/4/1992Os últimos Opalas saem da linha.
- 9/1992Chega o Omega.
Os Opalas de 1988 a 1992
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1988Opala SL 2.5
A nova nomenclatura de 1988 fez do SL a versão de entrada da linha.
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1988Opala Diplomata SE 4.1
O Diplomata SE de 1988 ganhou câmbio automático ZF de quatro marchas como opção.
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1988Opala Comodoro cupê 2.5
Um dos últimos cupês: a carroceria saiu de linha no modelo 1989.
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1991Opala SL 2.5
A última reestilização trouxe para-choques de plástico e rodas aro 15, e tirou o quebra-vento.
-
1991Opala Diplomata 4.1
Com freio a disco nas quatro rodas e direção Servotronic, o Diplomata de 1991 foi o Opala mais completo. Pesava 1.360 kg.
-
1992Opala Diplomata 4.1 AT
O último ano: o 4.1 ganhou câmbio de cinco marchas e catalisador, e um Diplomata automático foi um dos últimos Opalas fabricados.
Quantos Opalas de cada ano ainda estão registrados
Opalas sedã e cupê registrados hoje nos Detrans, pelo ano de fabricação (a Caravan é contada à parte).
Fonte: Senatran, frota de 07/2026, organizada pelo Guia Carros. Carros fora desse período e os sem ano informado (19.585) ficam fora do gráfico. Registrado não quer dizer rodando: muitos carros antigos seguem no cadastro sem circular.
Ver em tabela
| Ano de fabricação | Registrados |
|---|---|
| 1969 | 496 |
| 1970 | 1.899 |
| 1971 | 2.940 |
| 1972 | 6.797 |
| 1973 | 10.812 |
| 1974 | 14.033 |
| 1975 | 13.831 |
| 1976 | 22.766 |
| 1977 | 16.253 |
| 1978 | 22.241 |
| 1979 | 23.786 |
| 1980 | 31.896 |
| 1981 | 21.454 |
| 1982 | 20.688 |
| 1983 | 15.304 |
| 1984 | 8.573 |
| 1985 | 13.790 |
| 1986 | 14.871 |
| 1987 | 10.002 |
| 1988 | 18.672 |
| 1989 | 15.833 |
| 1990 | 9.599 |
| 1991 | 8.406 |
| 1992 | 1.834 |
Onde estão os Opalas hoje
- São Paulo 112.9724,3 a cada mil carros do estado
- Minas Gerais 50.1245,1 a cada mil carros do estado
- Rio Grande do Sul 37.9056,0 a cada mil carros do estado
- Paraná 31.4814,6 a cada mil carros do estado
- Rio de Janeiro 19.9433,2 a cada mil carros do estado
- Santa Catarina 16.1453,4 a cada mil carros do estado
- Goiás 15.4005,0 a cada mil carros do estado
- Distrito Federal 11.8006,2 a cada mil carros do estado
- Bahia 5.7931,8 a cada mil carros do estado
- Pernambuco 5.5332,7 a cada mil carros do estado
Senatran, organizada pelo Guia Carros. Mais números da frota do Opala →
Todas as versões do Opala, ano a ano
Sedã, cupê e Caravan, como estão no catálogo do Guia Carros. Toque numa versão para ver a ficha técnica.
Primeira fase1969–1974 · 23 versões
Reestilização de 19751975–1979 · 17 versões
- 1977
- Coupe SS 2.5
Reestilização de 19801980–1984 · 17 versões
Reestilização de 19851985–1987 · 17 versões
Últimos anos1988–1992 · 32 versões
Versões do catálogo do Guia Carros, pelo ano-modelo. Toque numa versão para abrir a ficha técnica.
O dicionário do opaleiro
Nomes e apelidos que todo dono de Opala conhece.
- motor 2.5Toyotinhapela aspereza do quatro-cilindros
- motor 4.1Seis-canecoso seis-cilindros de 250 pol³
- motor250-So 4.1 de 171 cv brutos, de 1976
- versãoSSa esportiva, de 1970 a 1980
- versãoComodoroo luxo, de 1975 a 1992
- versãoDiplomatao topo, de 1980 a 1992
Mito ou verdade
Dizem que
O nome Opala é a junção de Opel e Impala.Na verdadeNão há confirmação. A explicação oficial é a pedra opala; a história de Opel com Impala sempre foi só comentário.
Dizem que
O primeiro Opala SS era um cupê.Na verdadeNão. O SS chegou em junho de 1970, com quatro portas. O cupê só foi lançado em setembro de 1971.
Dizem que
O Opala foi o carro mais vendido do Brasil.Na verdadeNão. O melhor resultado foi o segundo lugar, em 1974, atrás do Fusca.
Dizem que
O Opala teve injeção eletrônica no fim da carreira.Na verdadeNão. Foi carburado até 1992. O seis-cilindros só ganhou injeção no Omega 4.1, em 1995.
Dizem que
A Chevrolet fez uma picape Opala.Na verdadeNão. Houve só um protótipo no estilo do El Camino. Conversível e Caravan de cinco portas foram feitos por concessionárias.
Você sabia?
- O Opala venceu a categoria de carros fora de linha da eleição do Best Cars em todos os 18 anos em que participou.
- Em 1991, Fábio Sotto Mayor levou um Opala cupê preparado a 303 km/h na rodovia Rio-Santos.
- A concessionária Dipave, de Curitiba, fez em 1981 um Opala conversível, o Summer; a Guaporé fez uma Caravan de cinco portas em 1984.
- O seis-cilindros 4.1 do Opala equipou também as picapes C-10 e C-20, a Veraneio, a Bonanza, o Omega e a Silverado, até 1999.
- Puma GTB, Santa Matilde, Engesa 4 e Envemo Camper usaram a mecânica do Opala.
- Em Goiânia, 8 de agosto é o Dia Municipal do Opala e Caravan, e o encontro de Opalas de Jundiaí já reuniu 20 mil pessoas.
Todas as versões do Opala no catálogo →Mais Nostalgia →
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