Carro chinês desvaloriza mais? O que a FIPE mostra contra Toyota, VW e Fiat
Medimos quanto cada carro 2023 e 2024 perdeu de valor, versão por versão. Os chineses mais vendidos seguram preço como os tradicionais. Quem perde muito é o elétrico caro, de qualquer marca, e quem compra antes de a fabricante baixar o preço do 0 km.
Por Redação Guia Carros 04/10/2026 10 min de leitura Dados de 13/10/2026
Quem está trocando de carro em 2026 quase sempre esbarra na mesma dúvida. O chinês da concessionária ao lado tem mais equipamento, acabamento melhor e, muitas vezes, preço menor que o Toyota, o Volkswagen ou o Fiat que a família sempre comprou. Mas e daqui a três anos? Alguém vai querer esse carro? A bateria vai durar? A marca ainda vai estar aqui?
No Brasil, isso pesa mais do que em país rico. Carro não é investimento, mas para muita família é o segundo maior patrimônio depois da casa, e o dinheiro da revenda é a entrada do próximo. Perder R$ 40 mil ou R$ 90 mil em três anos não é detalhe.
Por isso o Guia Carros foi aos números. Comparamos, versão por versão, quanto cada carro 2023 e 2024 valia na tabela FIPE quando era praticamente novo e quanto vale hoje, em outubro de 2026. Juntamos as vendas, a rede de concessionárias e o que se sabe de bateria. A resposta curta: o problema não é ser chinês. É ser elétrico, e é a marca mexer no preço do carro novo.
- 98,4%do preço segurou o BYD Dolphin Mini 2024 em dois anos, mais que qualquer Toyota ou VW da lista
- 61%foi o que os elétricos chineses 2023 seguraram em três anos
- 61%também foi o que seguraram os elétricos de Audi, BMW, Mercedes, Porsche e Volvo
- 84%seguraram os carros a combustão das marcas tradicionais
O que pesa é ser elétrico, não ser chinês
Quanto do preço o carro manteve: versões 2024 em dois anos e versões 2023 em três anos (mediana das versões de cada grupo). Em três anos, o elétrico chinês perdeu o mesmo que o elétrico alemão ou sueco.
- Combustão, marcas tradicionais
- Combustão, marcas de luxo
- Híbrido plug-in chinês
- Híbrido plug-in de outras marcas
- Elétrico chinês
- Elétrico de marca de luxo
Em 2 anos (versões 2024)Em 3 anos (versões 2023)
Ver todos os números em tabela
| Grupo | Em 2 anos (versões 2024) | Em 3 anos (versões 2023) |
|---|---|---|
| Combustão, marcas tradicionais | 89,3% | 83,8% |
| Combustão, marcas de luxo | 82,8% | 75,7% |
| Híbrido plug-in chinês | 79,2% | 77,8% |
| Híbrido plug-in de outras marcas | 74,0% | 71,0% |
| Elétrico chinês | 83,5% | 61,2% |
| Elétrico de marca de luxo | 73,7% | 60,8% |
Fonte: FIPE, cálculo do Guia Carros. Dados de tabela FIPE de outubro de 2023 a outubro de 2026.
De onde vem o medo
O receio tem história. Em 2011, a JAC chegou com campanha nacional na TV e dezenas de lojas abertas de uma vez; Chery, Lifan, Effa e Hafei vieram na mesma época. Naquele ano, as chinesas somaram 1,7% das vendas. Depois veio a alta de 30 pontos no IPI para carros importados, a rede encolheu, peças demoraram, e quem tinha um JAC J3 ou um Lifan 320 descobriu o que é tentar vender um carro que pouca gente procura. A Lifan saiu do país; a JAC virou nicho.
A segunda leva é outra coisa. Chegou vendendo tecnologia, não só preço baixo, e com dinheiro para ficar: a BYD monta carros em Camaçari (BA) desde 2025 e passou de 100 mil unidades em julho de 2026; a GWM produz em Iracemápolis (SP), numa fábrica que foi da Mercedes-Benz; a Chery está no país desde 2009, hoje com o grupo CAOA em Anápolis (GO). De janeiro a agosto de 2026, as marcas chinesas ficaram com 17,8% das vendas, atrás só das italianas.
- 2011JAC, Chery e Lifan somam 1,7% das vendas
- 2012IPI de importados sobe 30 pontos
- 2016Fatia chinesa cai para 0,4%
- 2023BYD e GWM chegam ao varejo para valer
- 2025BYD começa a montar na Bahia
- 202617,8% das vendas até agosto
A primeira onda murchou; a segunda é dez vezes maior
Fatia das marcas chinesas nos emplacamentos de carros e comerciais leves, ano a ano (2026 até agosto). Em 2011, o ano da estreia da JAC, foram 1,7%.
Fonte: Emplacamentos (Autoo), organizados pelo Guia Carros. Dados de emplacamentos até agosto de 2026.
O maior inimigo do usado é o 0 km
Olhando carro a carro, aparece o principal motivo da desvalorização dos primeiros chineses: a própria marca baixou o preço do carro novo. Na virada de 2023 para 2024, o BYD Song Plus 0 km caiu de cerca de R$ 270 mil para R$ 230 mil na tabela FIPE. Quem tinha comprado um meses antes viu o usado perder 10% do valor num único mês, sem ter rodado um quilômetro a mais.
É o mesmo que aconteceu com os elétricos no mundo inteiro: bateria mais barata a cada ano, concorrência feroz e imposto de importação mudando. Para o primeiro dono, cada corte de preço do 0 km é um prejuízo na revenda. Para quem compra o usado, é desconto.
- R$ 89.937perdeu o Song Plus 2023 em três anos
- R$ 44.293o Jeep Compass Longitude 2023
- R$ 34.944o Corolla Cross híbrido 2023
Dois SUVs chineses e o Jeep Compass, de 2023 até hoje
Valor na tabela FIPE das versões 2023 do BYD Song Plus DM-i, do GWM Haval H6 plug-in e do Jeep Compass Longitude 2.0, em outubro de cada ano, com 2023 = 100. O Song Plus despenca quando o 0 km fica mais barato; o Haval H6 plug-in termina à frente do Compass. O Toyota Corolla Cross híbrido (80,2) e o Caoa Chery Tiggo 8 (76,5) estão na tabela.
Song PlusHaval H6Compass
Ver todos os números em tabela
| Outubro de | Song Plus | Haval H6 | Corolla Cross híbrido | Compass | Tiggo 8 |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | 100,0 | 100,0 | 100,0 | 100,0 | 100,0 |
| 2024 | 79,5 | 103,8 | 90,7 | 84,5 | 90,6 |
| 2025 | 69,8 | 90,1 | 84,3 | 80,0 | 84,2 |
| 2026 | 63,6 | 79,5 | 80,2 | 73,7 | 76,5 |
Fonte: FIPE, cálculo do Guia Carros. Dados de tabela FIPE de outubro de 2023 a outubro de 2026.
Modelo a modelo: o Dolphin Mini é o campeão
Quanto as versões 2024 seguraram do preço em dois anos (de outubro de 2024 a outubro de 2026). Os chineses mais vendidos estão no meio dos tradicionais; quem fica para trás são os elétricos e plug-ins mais caros, e o Compass.
- BYD Dolphin Mini
- Toyota Corolla
- VW Polo
- BYD Dolphin
- Hyundai HB20
- Fiat Pulse
- GWM Ora 03
- GWM Haval H6 híbrido
- Hyundai Creta
- VW T-Cross
- BYD Yuan Plus
- BYD Song Plus
- BYD Seal
- GWM Haval H6 plug-in
- Jeep Compass
Fonte: FIPE, cálculo do Guia Carros. Dados de tabela FIPE de outubro de 2024 a outubro de 2026.
O que separa quem segura de quem perde
O Dolphin Mini é o caso mais curioso: o 2024 vale hoje praticamente o que valia em 2024. Ele é o chinês mais vendido do país, tem fila de interessados no usado e o preço do 0 km na FIPE subiu um pouco em vez de cair, com o imposto de importação de elétricos subindo por etapas até 35% em julho de 2026 e a montagem na Bahia. O Dolphin também segurou mais de 90%, no nível de Polo e HB20.
Na outra ponta estão os elétricos e plug-ins mais caros, chineses ou não: Seal, Song Plus e Han, mas também BMW i4, Volvo XC40 e Audi e-tron. Quanto mais caro e mais tecnológico, menos gente procura o usado e mais rápido o modelo novo deixa o antigo para trás.
E marca tradicional não é garantia. O Toyota Corolla e a Hilux continuam imbatíveis, mas o Jeep Compass perdeu mais que o Haval H6, e o Peugeot e-208 e o Kwid E-Tech, de marcas tradicionais, foram os elétricos que mais perderam em três anos.
Em três anos, elétrico de toda marca perde de 30% a 55%
Quanto as versões 2023 de elétricos seguraram do preço até outubro de 2026. Os chineses ficaram no meio da tabela, à frente de Peugeot, Renault e Nissan.
- BMW i4
- BYD Yuan Plus
- Mini Cooper SE
- Volvo XC40
- Audi e-tron
- Volvo C40
- BYD Han
- Peugeot e-2008
- Renault Kwid E-Tech
- Peugeot e-208
- Nissan Leaf
Fonte: FIPE, cálculo do Guia Carros. Dados de tabela FIPE de outubro de 2023 a outubro de 2026.
A bateria não morre; o carro é que envelhece
O medo mais comum com o elétrico é a bateria acabar e custar meio carro. Os dados de quem acompanha milhares de carros dizem outra coisa. A Geotab, que monitora frotas, mediu em 22.700 elétricos de 21 modelos uma perda média de 2,3% de capacidade por ano, o que projeta perto de 82% da capacidade depois de oito anos. Quem usa muito carregador rápido perde mais (cerca de 3% ao ano); quem carrega em casa, menos. A Recurrent, que acompanha carros nos Estados Unidos, conta trocas de bateria em 0,3% dos carros fabricados de 2022 em diante.
As baterias da BYD são do tipo LFP (lítio-ferro-fosfato), que aguentam mais ciclos de carga e descarga, e a marca dá 8 anos ou 200 mil km de garantia para a bateria nos modelos 2026 e 2027. O risco real é outro: o carro ficar velho rápido. O preço das baterias caiu para US$ 108 por kWh em 2025, segundo a BloombergNEF, e cada geração nova chega com mais autonomia, recarga mais rápida e, às vezes, preço menor. É isso que derruba o usado. Um índice do banco BV mostrou que os elétricos 2023 perderam 46,1% do valor até julho de 2026, contra 19,6% dos carros a combustão.
- 2,3%de capacidade perdida por ano, em média (Geotab, 2026)
- ~82%de capacidade projetada após 8 anos
- 0,3%dos elétricos de 2022 em diante precisaram trocar a bateria (Recurrent)
A BYD já tem rede do tamanho da Hyundai; as novatas, não
Concessionárias de cada marca no cadastro do Guia Carros. Rede grande significa revisão perto, peça mais rápida e mais gente procurando o usado.
- Fiat
- Volkswagen
- Toyota
- Hyundai
- BYD
- Chery
- GWM
- Omoda
- Leapmotor
- Geely
- GAC
Ver todos os números em tabela
| Marca | Concessionárias | Cidades |
|---|---|---|
| Fiat | 514 | 390 |
| Volkswagen | 463 | 360 |
| Toyota | 304 | 248 |
| Hyundai | 240 | 191 |
| BYD | 233 | 171 |
| Chery | 151 | 122 |
| GWM | 111 | 90 |
| Omoda | 100 | 76 |
| Leapmotor | 86 | 57 |
| Geely | 85 | 62 |
| GAC | 69 | 56 |
Fonte: Cadastro de concessionárias do Guia Carros. Atualizado sozinho em 13/10/2026.
Rede e garantia pesam tanto quanto a marca
A lição da primeira onda é que carro sem loja por perto vira problema. A JAC chegou a ter cerca de 70 concessionárias em 2011; hoje tem 3 e vendeu 346 carros de janeiro a julho de 2026. Quem comprou um Lifan ficou sem peças quando a marca faliu na China, em 2020. Hoje, a BYD já tem mais lojas que Honda e Nissan, e Chery, GWM e Omoda & Jaecoo passam de 100 cada. As que chegaram em 2025, como Geely, GAC e Leapmotor, ainda estão montando a rede.
Na garantia, as chinesas costumam dar mais que as tradicionais. A BYD dá 6 anos ou 200 mil km nos modelos 2026 e 2027 e 8 anos ou 200 mil km na bateria; a Leapmotor, 6 anos ou 150 mil km. Entre as tradicionais, Hyundai e Toyota dão 5 anos (a Toyota estende até 10 anos com revisões na rede) e a Fiat, 3. Garantia longa ajuda na revenda, desde que passe para o próximo dono: confira as condições antes de comprar.
Os chineses mais vendidos dos últimos 12 meses
Carro muito vendido tem mais procura no usado, mais peça e mais oficina. A lista se atualiza sozinha todo mês.
BYD Dolphin MiniBYD 70.194Emplacamentos em 12 meses
2º
GWM Haval H6Great Wall Motor 49.242Emplacamentos em 12 meses
3º
BYD DolphinBYD 40.298Emplacamentos em 12 meses
-
4
BYD Song ProBYD
37.600
-
5
Chery Tiggo 7Chery
35.318
-
6
Geely EX2Geely
31.648
-
7
Chery Tiggo 5XChery
29.909
-
8
BYD Song PlusBYD
28.687
-
9
Omoda 5Chery
20.481
-
10
Jaecoo 7Chery
16.625
Fonte: Emplacamentos (Autoo), organizados pelo Guia Carros. Atualizado sozinho em 13/10/2026.
O que vem por aí, e por que isso importa para a revenda
A lista de lançamentos é longa, e cada um deles é, ao mesmo tempo, boa e má notícia. Boa porque produção no Brasil reduz a dependência do imposto de importação e aumenta a rede de peças. Má porque modelo novo, mais barato ou mais moderno, empurra para baixo o preço do usado da geração anterior.
Em julho de 2026, a consultoria Bright mediu a primeira queda real do preço médio do carro 0 km em seis anos (de R$ 157,6 mil para R$ 152,1 mil), puxada pela concorrência chinesa. Para quem compra novo, é ótimo. Para quem vai vender, é o mesmo efeito do Song Plus em 2024, em escala menor. Em setembro de 2026, as chinesas tiveram a primeira queda mensal de participação (21,4%, contra 23,2% em agosto), mas continuam perto de um quinto do mercado.
- nov/2025Geely EX2 e Leapmotor C10 e B10 chegam às lojas
- jul/2026Imposto de importação de elétricos chega a 35%
- 2º sem/2026BYD começa estamparia, solda e pintura em Camaçari
- até jan/2027GAC começa a montar o Aion UT em Catalão (GO)
- fim de 2026Geely EX2 passa a ser feito no Paraná, com a Renault
- 1º tri/2027Leapmotor B10 e C10 feitos em Goiana (PE), pela Stellantis
O que dizem e o que os números mostram
O que se diz
Carro chinês perde metade do valor em um ano.O que os dados mostramOs chineses 2024 seguraram cerca de 90% do preço no primeiro ano. Em dois anos, Dolphin Mini e Dolphin ficaram acima de Creta, T-Cross e Compass.
O que se diz
Carro de marca tradicional sempre segura o preço.O que os dados mostramToyota segura muito; Jeep, nem tanto. O Compass 2023 perdeu mais que o Haval H6 plug-in, e os elétricos de Peugeot, Renault e Nissan perderam mais que os da BYD.
O que se diz
Em cinco anos a bateria do elétrico estará morta.O que os dados mostramO maior estudo recente, com 22.700 carros, mediu perda média de 2,3% de capacidade por ano. O que desvaloriza o usado é a tecnologia nova e o preço do 0 km, não a bateria acabar.
O que se diz
Toda marca chinesa pode sumir do país como a Lifan.O que os dados mostramA Lifan era pequena e só importava. BYD, GWM e CAOA Chery fabricam no Brasil e têm de 110 a 233 lojas; Geely e Leapmotor terão produção local com Renault e Stellantis. O risco existe nas marcas pequenas e só importadoras: olhe a rede antes da bandeira.
Então, compro ou não?
Depende de quanto tempo você fica com o carro e de qual chinês. Quem fica cinco anos ou mais com o carro sente menos a desvalorização dos primeiros anos e aproveita mais o equipamento e, no elétrico, a economia de energia. Quem troca a cada dois ou três anos e conta com a revenda deve fugir dos modelos caros e de nicho, chineses ou não.
O chinês muito vendido, com fábrica ou rede grande no Brasil, já se comporta como carro de marca tradicional na revenda. O chinês caro, importado e pouco vendido se comporta como carro de luxo: perde rápido. E o elétrico seminovo virou uma das melhores compras do mercado justamente porque o primeiro dono pagou a desvalorização.
- 5+ anoscom o mesmo carro: a desvalorização inicial pesa menos
- Top 10chineses mais vendidos: revenda mais fácil
- Seminovoelétrico de 2 a 3 anos: o primeiro dono já pagou a conta
Antes de assinar, confira
- O histórico do modelo na FIPENa página de cada modelo no Guia Carros há o preço do usado mês a mês. Veja quanto o mesmo carro, com um e dois anos, perdeu.
- Se o 0 km está caindo de preçoDesconto grande no carro novo hoje é desvalorização do seu amanhã. Preço estável ou subindo é bom sinal para a revenda.
- A concessionária mais perto de vocêRevisão, garantia e peça dependem de loja da marca na sua região. Veja no mapa de concessionárias.
- As condições da garantiaPrazo do carro e da bateria, quilometragem, se passa para o próximo dono e se exige revisão na rede.
- O seguro antes de fecharCote o seguro do modelo exato: elétrico e carro com peça importada podem custar bem mais para segurar.
- Se faz sentido um híbridoPara quem tem medo do elétrico puro, o híbrido segura mais valor e não depende de tomada.
Perguntas frequentes
Carro chinês desvaloriza mais que carro de marca tradicional?
Depende do carro. Na tabela FIPE, os chineses mais vendidos, como BYD Dolphin Mini e Dolphin, seguraram em dois anos tanto ou mais preço que VW T-Cross, Hyundai Creta e Jeep Compass. Quem desvaloriza muito são os elétricos e plug-ins caros, de qualquer marca.
Qual carro chinês desvaloriza menos?
Na conta do Guia Carros, o BYD Dolphin Mini 2024 manteve 98,4% do preço em dois anos, o melhor resultado entre todos os modelos comparados, inclusive Toyota e VW. O Dolphin manteve 90,8%.
Carro elétrico desvaloriza muito?
Sim, em média mais que o carro a combustão: os elétricos 2023 de quase todas as marcas valem hoje entre 46% e 69% do preço de 2023. A causa principal é a tecnologia nova e mais barata, não o desgaste da bateria.
A bateria do carro elétrico dura quanto?
Estudos com dezenas de milhares de carros mostram perda média de cerca de 2,3% de capacidade por ano, o que dá perto de 82% depois de oito anos. A garantia da bateria costuma ser de 8 anos.
Vale a pena comprar um carro chinês usado?
Pode ser uma das melhores compras do mercado: o primeiro dono já pagou a maior parte da desvalorização. Peça o laudo de saúde da bateria, confira a garantia restante e se há concessionária da marca perto de você.
Os números do Guia Carros vêm de fontes públicas (FIPE, Senatran, SSP-SP, Procon-SP, Latin NCAP, fabricantes) e da nossa base. Viu algum erro? Fale com a gente.
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